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sábado, janeiro 17, 2009

Poesias Parte 2 - Outro Sentimento

sábado, janeiro 17, 2009
O doce amargo da vida
A realidade não é tão bela quanto os sonhos,
As palavras não soam como música
Os sentimentos não são tão reais quanto à dor
É preciso ver o que está distante dos olhos
Ouvir as palavras ainda não ditas
Sentir a beleza
Por trás das coisas tristes
Pagar por erros ainda não cometidos
Cometer erros que serão pagos
Repetir frases feitas
E ouvir mil vezes as mesmas mentiras
Pois a vida é bela, os sentimentos são mortais,
E as coisas boas estão escondidas por trás daquilo que
Não se pode ver
Só acreditar...



Queda Livre
Não quero da vida o que há de melhor
Quero tudo, quero mais e mais...
Não quero lembrar o passado,
Nem ser feliz por hoje,
Quero o amanhã, e o depois e depois...
Não quero apenas ver e ouvir,
Quero ter, sentir.
Mesmo que o sentimento seja a dor.
Quero tudo em primeira pessoa,
Ser a protagonista de minha vida
E só espero dela o melhor
Não quero asa delta, nem pára-quedas,
Prefiro o precipício,
A queda livre,
O quente ao morno,
O gelado ao frio,
A lágrima sentida ao sorriso falso.
Pensamentos
Tenho medo de ouvir as palavras do silencio;
Aquelas que ninguém mais ouve ninguém nota;
Em minha mente elas giram e pulam,
feito crianças ansiosas, inquietas...
Riem, debocham do mundo,
mas tombam a todo o momento, abruptamente.
Palavras caladas pelo racional;
elas discutem, brigam, não se respeitam, as danadas;
nunca entendo bem o que tentam me dizer...
As vezes até gritam, mas se confundem
com o barulho do mundo ou talvez se calem,
por eu falar de mais, ou apenas
falte o silencio suficiente
para percebe-las...



Ansiedade
Ansiedade
A dor pelo que será
Sofrimento adiantado
Ensaio da morte
O medo acelera o tempo
Que bom seria a ignorância do amanhã
Viveria livre o hoje
Perderia mais tempo em coisas fúteis
E sorriria sem saber que
Cada momento pode ser o último
Ou melhor seria a exatidão da certeza?
Apertaria mais o último abraço
Faria mais lindo o último amanhecer
Alongaria o último instante
É tudo uma questão de tempo
Tempo e consciência
Às vezes o esquecimento é a melhor memória...



Sem Rumo
Onde estou? Para onde vou?
Sou uma folha, uma pluma ao vento,
uma medusa em mar aberto, Planando...
Sei onde quero ir,
mas não encontro forças para traçar o caminho.
Sou arrastada, carregada pelos acontecimentos,
pelas conveniências muitas vezes inconvenientes...
Onde moro?
Serei eu um eremita ou ermitão,
pois carrego minha casa em mim,
onde fica meu referencial então?
Não tenho para onde ir, pois
Nunca saio, nunca chego,
Nunca dou adeus nem digo olá...
Flutuo no nada, num intervalo no tempo,
Esperando um vento forte ou uma onda que me leve longe...
Quando tudo o que quero é pisar o chão e
sentir a terra firme sob meus pés...
e o céu sobre minha cabeça...



Presente
Como pode,
Um ser tão pequeno
Ocupar tanto espaço no meu ser...
O que estes olhos, tão grandes,
Já puderam ver em mim...
E o que guardam de mim...
Sua presença, pura e simples,
Foi toda a presença que,
Por vezes, pude contar...
Quantos segredos estes
pequenos ouvidos já sepultaram...
E com quantas lágrimas já fiz chover
Sobre ti...
E mesmo sem dizer uma palavra,
sempre se fez tão bem compreender,
Um ser tão lindo, tão puro e tão sincero...
És a prova de que o amor
Tem sua própria linguagem,
Seja um olhar,
Um carinho,
Uma lembrança,
Ou apenas uma presença...


Cadeira Vazia
Poderia ter te amado tanto,
E por muitas vezes te faria sorrir.
Teria te dado orgulho,
E alguma preocupação, é verdade.
Brigaríamos por vezes,
Noutras te odiaria,
Mas no final, tudo seria perdoado,
E entre lágrimas e abraços,
Voltaríamos a nos amar,
“como sempre”...
E nos momentos mais importantes da minha vida,
Não restaria esta cadeira vazia.
Tua ausência sempre se fez presente,
Posso ouvir no silencia as palavras nunca ditas...
Quando tudo o que me resta são memórias,
Um tanto escassas,
Um tanto falsas,
De alguém que mais imagino
do que conheço.
E, queiras ou não queiras,
Por mais que eu negue a saudade do que não foi,
Onde quer que eu me esconda,
Estarás sempre presente,
Pois parte de ti, por menor que seja,
Mora no meu ser,
E mesmo que nunca venhas,
Sempre haverá uma cadeira vazia
Escondida em algum lugar da minha vida,
ainda esperando por ti...

1 comentários:

Anônimo disse...

ler todo o blog, muito bom

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