Mea
Culpa
É um baú
Lacrado e farto de
Pecados não cometidos
Tão pesado fardo que penso
Em abrir o baú em sonhos contigo
Mas espio em versos e é só
O reverso é nulo – sofro
Um mal me acarreta
E acorrenta-me
A este tolo
Baú

Queria
Uma lupa
Para ver-te por
Dentro, as verdades
Escondidas em meio a
Tantos disfarces, dentre
As palavras não ditas, o silêncio
Decifrar-te ia romper
A falsa distancia
Traduzir-te as
Linhas tortas
Com uma
Lupa
Culpa
É um baú
Lacrado e farto de
Pecados não cometidos
Tão pesado fardo que penso
Em abrir o baú em sonhos contigo
Mas espio em versos e é só
O reverso é nulo – sofro
Um mal me acarreta
E acorrenta-me
A este tolo
Baú
Um Baú (nº15)

Uma Lupa (nº14)
Queria
Uma lupa
Para ver-te por
Dentro, as verdades
Escondidas em meio a
Tantos disfarces, dentre
As palavras não ditas, o silêncio
Decifrar-te ia romper
A falsa distancia
Traduzir-te as
Linhas tortas
Com uma
Lupa
Imagem: Steve Adams
Veja Também "A poética do Blavino"
por Juliana Ruas Blasina & Volmar Camargo Junior
Na revista "SAMIZDAT" de junho
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